“It’s the oldest story in the world. One day you’re 17 and planning for someday. And then quietly and without you ever really noticing, someday is today. And then someday is yesterday. And this is your life.
We spend so much time wanting, pursuing, wishing. But ambition is good. Chasing things with integrity is good. Dreaming.
If you had a friend you knew you’d never see again, what would you say? If you could do one last thing for someone you love, what would it be? Say it, do it, don’t wait. Nothing lasts forever.
Make a wish and place it in your heart. Anything you want. Everything you want. Do you have it? Good. Now believe it can come true.
You never know where the next miracle’s gonna come from. The next memory, the next smile, the next wish come true.
But if you believe that it’s right around the corner. And you open your heart and mind to the possibility of it. To the certainty of it. You might just get the thing you’re wishing for.
The world is full of magic. You just have to believe in it.
So make your wish. Do you have it? Good.
Now believe in it. With all your heart.”
“O amor é poá. Cada bolinha é uma palavra: convivência, companheirismo, afeto, delicadeza, respeito, paciência, admiração, carinho, tesão, intimidade, amizade, lealdade, sinceridade, fidelidade e por aí vai.
O amor é uma eterna tentativa. É a busca por mais uma bolinha. Équerer preencher os espaços, o vazio, o fundo de uma só cor. O amor é poá. E a gente completa ele do jeito que quiser.”
(Taken with InstaCam)
(Source: youmakemeloveyouboy)
— Não triste, Zé, mas confesso que um pouco magoada.
— Magoada?
— É, magoada!
— Qual a intensidade disso? Não queria ter te magoado. Vai passar?
— Vai, Zé… sabe quando criança? quando caímos e aquele local fica sensível e roxo?
— Sei.
— Então, é quase isso, com um tempo o roxo vai ficando azulado, que vai ficando amarelado, que vai ficando esverdeado, depois volta a cor normal e só resta a cicatriz.
— É? E a cicatriz?
— É! Acho até que já me acostumei, sabe?! A cada queda levanto-me e faço um novo começo. Mas a cicatriz… ah, essa sempre vai estar lá, inapagável, Zé!
— (Silêncio)
“Sentimentos, gestos, sonhos e sorrisos. A alma entende e a boca cala.”
“Eu sou criança. E vou crescer assim. Gosto de abraçar apertado, sentir alegria inteira, inventar mundos, inventar amores. O simples me faz rir, o complicado me aborrece. O mundo pra mim é grande, não entendo como moro em um planeta que gira sem parar, nem como funciona o fax. Verdade seja dita: entender, eu entendo. Mas não faz diferença, os dias passam rápido, existe a tal gravidade, papéis entram e saem de máquinas, ninguém sabe ao certo quem descobriu a cor. (Têm coisas que não precisam ser explicadas. Pelo menos para mim). Tenho um coração maior do que eu, nunca sei a minha altura, tenho o tamanho de um sonho. E o sonho escreve a minha vida que às vezes eu risco, rabisco, embolo e jogo debaixo da cama (pra descansar a alma e dormir sossegada).
Coragem eu tenho um monte. Mas medo eu tenho poucos. Tenho medo de Jornal Nacional, de lagartixa branca, de maionese vencida, tenho medo das pessoas, tenho medo de mim. Minha bagunça mora aqui dentro, pensamentos dormem e acordam, nunca sei a hora certa. Mas uma coisa eu digo: eu não paro. Perco o rumo, ralo o joelho, bato de frente com a cara na porta: sei aonde quero chegar, mesmo sem saber como. E vou. Sempre me pergunto quanto falta, se está perto, com que letra começa, se vai ter fim, se vai dar certo. Sempre questiono se você está feliz, se eu estou bonita, se vou ganhar estrelinha, se posso levar pra casa, se eu posso te levar pra mim. Não gosto de meias-palavras, de gente morna, nem de amar em silêncio. Aprendi que palavra é igual oração: tem que ser inteira senão perde a força. E força não há de faltar porque – aqui dentro – eu carrego o meu mundo. Sou menina levada, sou criança crescida com contas para pagar. E mesmo pequena, não deixo de crescer. Trabalho igual gente grande, fico séria, traço metas. Mas quando chega a hora do recreio, aí vou eu… Escrevo escondido, faço manha, tomo sorvete no pote, choro quando dói, choro quando não dói. E eu amo. Amo igual criança. Amo com os olhos vidrados, amo com todas as letras. A-M-O. Sem restrições. Sem medo. Sem frases cortadas. Quer me entender? Não precisa. Quer me fazer feliz? Me dê um chocolate, um bilhete, um brinde que você ganhou e não gostou, uma mentira bonita pra me fazer sonhar. Não importa. Todo dia é dia de ser criança e criança não liga pra preço, pra laço de fita e cartão com relevo. Criança gosta mesmo é de beijo, abraço e surpresa!”
(Fernanda Mello)
